Um poeta fascinado pelos mistérios da vida, nascido em 7 de junho de 88 em Belém, cidade das mangueiras, banhada em seu berço com fabulosas margens ribeirinhas. Nessa mesma margem nasce sua fluência poética, que no papel dos dias registra seus ofícios.
TINTA DE VIDA, é uma reflexão sobre a vida corriqueira dos passos que nos consomem; Toma-nos feito um suco amargo, doce. Devemos viver a vida a longos tragos pois Nada é noticia na televisão da vida. Somos desenho em tinta de verdade. Soma de caminho feito a grãos.
"Os cavalos dos sonhos carregam os donos perdidos no seu medo, na sua farça, no descontento que perdido na estrada não sabe medir o tempo de soltar essa carroça para não virar jumento!"
Sou um guardador de rebanhos O rebanho é os meus pensamentos E os meus pensamentos são todos sensações. Penso com os olhos e com os ouvidos E com as mãos e os pés E com o nariz e a boca. Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la E comer um fruto é saber-lhe o sentido. Por isso quando num dia de calor Me sinto triste de gozá-lo tanto. E me deito ao comprido na erva, E fecho os olhos quentes, Sinto todo o meu corpo deitado na realidade, Sei a verdade e sou feliz. Alberto Caeiro
"A realidade não passa de uma tradução redutora da enormidade do mundo, e o louco é aquele que não se adpta a sua linguagem" (Rosa Monteiro - A louca da casa)
"Assim todos passamos a vida, com saudades daquilo que é maior que nós, o pó de estrelas que fomos um dia" (Rosa Monteiro - A louca da casa)
"Se o livro que estamos lendo não nos acorda como se fosse um punho batendo em nosso crânio, para que lê-lo?" (Kafka)
“Eu não tenho filosofia: tenho sentidos... Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela Mas porque a amo, e amo-a por isso, Porque quem ama nunca sabe o que Nem por que ama, nem o que é amar...” (Alberto Caeiro)
"A vida não é igual a novela, é uma janela por onde vemos passar tudo, parados ou em movimento" (S.R)
"Dentro de nós somos um ser. Fora de nós, somos um ser que não sabe ser." (S.R)
"A medida que o tempo passa, a tinta velha em uma tela muitas vezes se torna transparente. Quando isso acontece, é possível ver, em alguns quadros, as linhas originais: através de um vestido de mulher surge uma árvore, uma criança dá lugar a um cachorro e um grande barco não está mais em mar aberto. Isso se chama pentimento porque o pintor se arrependeu, mudou de idéia. Talvez se pudesse dizer que a antiga concepção, substituída por uma imagem ulterior, é uma forma de ver, e ver de novo, mais tarde." (Lillian Hellman)
"sou o vento que beija as folhas bebendo-a gota em gota. Sou o tempo em corrida nata para viver com tudo sem morrer por nada. Sou o verso diluído no mar da poesia. Sou o hoje em forma de felicidade e melancolia. Sou o supremo criador de minha vida. Essa que vive a te querer querida. Dias tempestuosos levam minhas folhas ao chão, mas depois me recomponho fazendo a mais bela canção. - Me alojo nas minhas certezas. Não espero a tempestade passar. Sou o vento que acordou para nunca mais voltar..."
Veja seu kin Calendário Maya
Samir Raoni 07 / 06 / 1988 Crono-Psi: 228 Kin 90 Cachorro Cristalo Branco Dedico-me com o fim de amar Universalizando a lealdade Selo o processo do coração Com o tom cristal da cooperação Eu sou guiado pelo poder do espírito 'Dedico-me de coração, quando exercito a cooperação.' FAMÍLIA TERRESTRE CASTELO BRANCO NORTE DO CRUZAR.:
Pensamentos de Tinta
“Na magia da vida os noturnos sentimentos com a aurora do dia faz surgir pegazos no céu sem limites dos prédios e dos homens da lua. Tudo mentira tudo cinema, tudo ficção, será mesmo? Às vezes tenho certeza que sim. Às vezes me acho paranóico, eles que estão lá sabem fazer seu filme e nem nos pagam cachê para sermos sua intensa plataforma cinematográfica.”
"Ao lado da filha há uma mãe. No lado da mãe há uma responsabilidade. As formas são sentidas e não ensinadas... Ser mãe, é ser a lua, e com essa luz iluminar o caminho de seus universos, filhos, estrelas num mar que perdemos no céu..."
Uma lembrança bem plantada como semente nobre, dá a todo o ser mutável um tanto mais de carinho e sorte, na vida onde tudo que sentimos é a sombra, sustentada pela arte da luz que nos criou... As pernas de pau, faz soar um som de estrada. Onde queremos chegar?
A caminhada tracejada. As aves na alvorada. Os vultos. As pedras no caminho. O cão que late verbos em latim ensinando que o tempo só é visto de perto se notáveis formas de registro estiverem perpetuadas nas folhas, na vida de tinta, assim somos nos tornamos o registro. Assim o tempo não se torna tão ruim e nossa vida serve para servir aquele que esta por vim.
Os cavalos dos sonhos carregam os donos perdidos no seu medo, na sua farça, no descontento que perdido na estrada não sabe medir o tempo de soltar essa carroça para não virar jumento!
Bodista norte americano
Flor bela driks
pedacinhos de sonhos picados
"Tornado dos metodos fortes de um abraço, certo. Enprestimo feito ao céu de luz e curvas que só nós conseguimos ver..."
Aos poetas da nova geração: Somos um verde de folha em rigor aos dias amarelos...